17 novembro 2008
..:: Você é Especial! ::..
14 novembro 2008
Sexta!!! \o/
Chegamos a mais uma Sexta - feira, dia que a gente se encontra na igreja para louvar a Deus e agradecer por mais uma semana que chegou ao fim!
Como em todas as nossas reuniões, teremos um convidado especial! Desta vez teremos a presença do nosso querido Pr. JAYME GANDRA!
Segue abaixo um recadinho feito por ele para o Blog!
" Olá, sou pastor do querido distrito do Jd. Rio Verde, em Colombo (região metropolitana de Curitiba).
Hobby: Preparar e apresentar reflexões / devocionais bíblicos.
Texto Bíblico- Jó 19:25 “Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a Terra”.
Esporte: apesar do corpo não acompanhar mais a mente, gosto de brincar de um futebolzinho...
Prato Predileto: Lazanha
Time: Não digo que torço, pois admiro o SPFC - que não dá espaço aos admiradores de torcerem, somente de comemorarem!!!"
Te espero lá!
Feliz Sábado
13 novembro 2008
..:: Inimigos Nunca Mais ::..
"Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Rom. 5:8.
Martin Niemoller, um teólogo protestante alemão, sofreu por vários meses em uma das prisões de Hitler. Enquanto esteve preso, passou muitos dias pensando sobre questões de vida e morte. Meditando no imenso amor de Deus, reavaliava sua vida e, em silêncio, orava: "Senhor, não posso mais resistir ao Teu amor. Aceito Teu perdão. Sim, creio que sou Teu filho." Niemoller vinha lutando com a baixa auto-estima e a culpa. Sentia-se indigno, pecaminoso e distante de Deus. Mas foi dentro de um infame campo de concentração que ele foi transformado.
Quando, finalmente, foi liberto, Niemoller declarou: "Levou muito tempo até que eu pudesse aprender que Deus não é inimigo de Seus inimigos." Paulo também destaca essa verdade: "Mas Deus mostra o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela Sua vida." Rom. 5:8-10.
Quando éramos Seus inimigos, Ele era nosso amigo. Quando voltamos as costas para Ele, Ele volta o Seu rosto para nós. A glória de Sua graça é que Ele aceita o inaceitável, perdoa o imperdoável e ama a quem não merece ser amado. E uma vez que somos perdoados, podemos perdoar. Uma vez que somos amados, podemos amar.
Esse pensamento é captado de modo magnífico no livro Caminho a Cristo, páginas 14 e 15: "Esse amor é incomparável. Filhos do Rei celeste! Preciosa promessa! Tema para a mais profunda meditação! O inigualável amor de Deus por um mundo que O não amou! Esse pensamento exerce um poder que domina a alma e torna o entendimento ligado à vontade de Deus."
Ao abrirmos a Palavra de Deus, ficamos face a face com Seu amor.
12 novembro 2008
..:: O tema das Escrituras ::..
11 novembro 2008
..:: Força Nas Necessidades ::..
Lição - A Trindade na expiação
3. Leia Levítico 16:16, 17, 21, 30, 33, 34. Que ênfase específica você encontra nesses versos? Os pecados de quem estavam sendo expiados naquele dia, em contraste com o ritual diário (Lv 1:1-4)?
Os textos indicam a natureza abrangente da purificação porque o ritual estava lidando com todos os pecados de todo o povo.
4. O que Deus esperava de Seu povo naquele dia? Lv 23:26-31
Por mais que o Dia da Expiação fosse um evento corporativo, envolvendo toda a nação, cada indivíduo tinha um papel a desempenhar em humilhar-se diante de Deus e entregar-se completamente a Ele.
Se Cristo é uma verdadeira revelação do caráter de Deus, e se o plano da redenção de Deus em Cristo verdadeiramente consiste de nossa salvação, então precisamos responder corretamente à pergunta: Quem são Deus e Cristo a fim de serem capazes de conseguir a salvação para os seres humanos pecadores?
As seguintes conotações nos ajudam na compreensão da expiação como meio de estabelecer a salvação.
Primeiro, precisamos compreender a identidade do Senhor Jesus Cristo encarnado, crucificado e ressurreto como a segunda pessoa da Trindade.
Segundo, a crucifixão de Jesus não é primariamente a punição pelo pecado, mas a remoção do pecado para sua conclusão lógica. Da mesma forma, a ressurreição e ascensão de Jesus são essenciais para a expiação porque é a intenção de Deus em Cristo transformar e recriar nossa natureza humana caída, permitindo assim que participemos da vida ressurreta de Seu Filho.
Terceiro, a graça é mediada para os seres humanos redimidos de maneira trinitária: do Pai, através da intercessão do Cristo ressurreto, e por meio do Espírito Santo. O Espírito que torna presente para nós a humanidade do Cristo ressurreto recria nossa humanidade à imagem divina.
“Aqueles que têm Cristo habitando no coração farão as obras de Cristo. Estes têm direito a todas as promessas de Sua Palavra. Tornando-se um com Cristo, realizam a vontade de Deus e exibem as riquezas de Sua graça. ... Os servos de Deus cantarão: ‘Render-Te-ei graças, Senhor, de todo o meu coração; na presença dos poderosos Te cantarei louvores. Prostrar-me-ei para o Teu santo templo e louvarei o Teu nome, por causa da Tua misericórdia e da Tua verdade, pois magnificaste acima de tudo o Teu nome e a Tua palavra’ (Sl 138:1, 2). Portanto, não seja cultivada nenhuma aparência de orgulho ou importância própria, pois isto expulsará Jesus do coração, e o vácuo será preenchido com os atributos de Satanás” (Ellen G. White, Review and Herald, 1º de maio de 1913).
Benji Stephen Puno, Índia
..:: Tudo Pela Verdade ::..
"Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade." João 17:17.
No início dos anos 1400, um jovem professor da Universidade de Praga descobriu os escritos do reformador inglês John Wycliffe. Examinando as Escrituras, John Huss convenceu-se de que a igreja na Boêmia precisava de uma reforma. Anos depois de ser ordenado sacerdote, ele foi designado reitor da Capela Belém de Praga, cujos fundadores defendiam a pregação das Escrituras na linguagem do povo. Embora Huss fosse de origem humilde e tivesse ficado órfão de pai ainda criança, tinha um insaciável desejo de adquirir conhecimento. Possuía uma mente brilhante e uma notável habilidade de comunicar-se. Foi aceito na Universidade por um ato de caridade, mas logo distinguiu-se como erudito.
Após terminar a faculdade, John Huss ingressou no sacerdócio, atuando bem próximo à corte do rei. Foi também professor da Universidade onde se graduara e se tornou um pregador poderoso, conhecido em toda a Europa. Porém, quando começou a pregar sobre as diferenças entre muitas crenças da Igreja e a Bíblia, suscitou violenta oposição da Igreja romana.
Fundamentado na autoridade bíblica, ele apelou por uma reforma na vida e nas crenças dos membros das igrejas. Huss defendia com galhardia a posição de que "os preceitos das Escrituras, comunicados por meio do entendimento, devem reger a consciência; em outras palavras, de que Deus, falando na Bíblia, e não a igreja falando pelo sacerdócio, é o único guia infalível". – O Grande Conflito, pág. 102.
Em 1415, Huss foi amarrado a um poste em Praga, e queimado, sendo martirizado por causa de sua fé. Até o último instante, ele teve confiança absoluta de que a verdade em que cria, sobre a qual pregava, e pela qual se dispôs a morrer, um dia triunfaria. Nestes dias de decadência moral, Deus também nos chama para obedecermos de coração a Sua verdade. Não compensa transigir. O preço é muito alto.
10 novembro 2008
..:: A Palavra Que Sustenta ::..
Lição - Dia de reconciliação
O papel fundamental dos sacerdotes era o de ser mediadores entre Deus e o povo. Em seu ministério de ensino, os sacerdotes representavam Deus diante do povo (Dt 33:10). Muito relacionado com esse papel estava o dever sacerdotal de esclarecer a vontade de Deus aos que buscavam a direção divina (Nm 27:21). Os sacerdotes também agiam como juízes no santuário. De fato, o mais elevado tribunal da Terra funcionava no santuário central (Dt 17:8-13; 21:5). Eles eram especialmente responsáveis por abençoar o povo (Dt 10:8; 21:5) e representá-lo diante de Deus. Em seu papel representativo, eles levavam consigo o povo à presença do Senhor (Êx 28:9-12, 29).
O propósito do Dia da Expiação era remover do santuário os pecados que haviam sido colocados ali durante o ano. Essa obra era feita uma vez por ano – no décimo dia do sétimo mês. Levítico 16 ilumina esse evento especial:
O preparo do sumo sacerdote (Lv 16:1-4; Nm 18:1-8). O preparo do sumo sacerdote para o Dia da Expiação era intenso. Ele tinha que lavar não só as mãos e os pés, mas todo o corpo, para estar pessoalmente puro ao interceder pelo povo (Lv 16:4). Além disso, devia usar roupas específicas feitas de linho puro. “Como no cerimonial típico o sumo sacerdote despia suas vestes pontificais e oficiava vestido de linho branco dos sacerdotes comuns, assim Cristo abandonou Suas vestes reais e Se vestiu de humanidade, oferecendo-Se em sacrifício, sendo Ele mesmo o sacerdote, Ele mesmo a vítima. Como o sumo sacerdote depois de realizar essa cerimônia no santo dos santos, deixava este lugar e se apresentava ante a expectante multidão, em suas roupas pontificais, assim Cristo virá a segunda vez, trajando os mais alvos vestidos, ‘como nenhum lavadeiro sobre a Terra os poderia branquear’. Mc 9:3” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 33).
A ordem do serviço (Lv 16:5-22). Os dois bodes eram trazidos para a entrada do santuário no Dia da Expiação. Eram lançadas sortes “usando duas pedras, uma com o nome do Senhor, e a outra com o nome de Azazel” (Lv 16:8). O bode escolhido para o Senhor era morto como oferta pelo pecado. Depois disso, e para completar a expiação, seu sangue era espargido no propiciatório do Lugar Santíssimo, no altar de incenso do Lugar Santo, e no pátio.
O segundo animal era chamado bode emissário, e era trazido ao ritual após ter sido completada a expiação pelo santuário. O sumo sacerdote, então, colocava as mãos sobre a cabeça desse bode e confessava os pecados de todo o Israel; assim “passará para a cabeça do bode os pecados do povo” (Lv 16:21), era a instrução. Depois disso, o bode era levado ao deserto, onde era solto (v. 21, 22).
O significado do bode emissário (Lv 16:10). Não há unanimidade entre os teólogos quanto ao significado do bode emissário, principalmente porque “a maioria das versões deixam sem ser traduzida a palavra hebraica para bode emissário, ‘azazel’. ... Mas muitos eruditos modernos, juntamente com os judeus, afirmam que Azazel denota um espírito pessoal, ímpio, sobre-humano, e quase todos concordam que o significado de sua raiz é ‘alguém que remove’, ‘um removedor’, especificamente alguém que remove ‘por uma série de atos’”.1
“Aquele bode [emissário] levará sobre si todas as iniqüidades deles para terra solitária; e o homem soltará o bode no deserto” (Lv 16:22). Enquanto os israelitas assistiam o bode emissário partir, testemunhavam o último ato do drama – Satanás, com todos os pecados que havia instigado colocados “sobre a [sua] cabeça” (Sl 7:16), enviado para enfrentar sua sorte.2
O simbolismo do Dia da Expiação (Sl 28:2; 132:7; 138:2). No primeiro dia do sétimo mês ocorria o toque de trombetas, que devia chamar Israel para o Dia da Expiação dez dias depois (Nm 29:1). Os nove dias intermediários se tornavam dias de exame de coração, de preparo para o Dia da Expiação – o Dia do Juízo que selava seu destino. Eles criam que naquele dia era selado quem iria viver e quem iria morrer. Assim, para todos os propósitos práticos, era um dia de julgamento: “Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo” (Lv 23:29). Deus destruiria qualquer pessoa que fizesse alguma obra naquele dia (Lv 23:30).
O Dia da Expiação representava as três fases do juízo final:
1. A fase investigativa do juízo é prefigurada na remoção dos pecados do santuário. Ela se concentra nos nomes mencionados no Livro da Vida assim como o Dia da Expiação se concentrava na remoção dos pecados daqueles que iam à casa de Deus (Sl 132:7) e erguiam as mãos para o Seu santuário (Sl 28:2). Assim, a fé dos verdadeiros crentes e sua união com Cristo será reafirmada diante do universo leal.
2. A expulsão do bode emissário para o deserto simboliza a prisão milenar de Satanás neste planeta desolado, que começa no segundo advento e coincide com a segunda fase do juízo final, que ocorre no Céu (Ap 20:4; 1Co 6:1-3).
3. O acampamento limpo simboliza os resultados da terceira fase, ou fase executiva do juízo, quando o fogo destruir os ímpios e purificar a Terra (Ap 20:11-15; Mt 25:31-46; 2Pe 3:7-13).3
Após o juízo ter finalizado, o nome de Deus, Sua misericórdia e Sua verdade (Sl 138:2) serão revelados de forma plena.
fonte:
http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2008/frlicj742008.html
08 novembro 2008
Salto dos Macacos! \o/
Podem ir se preparando para o Salto dos Macacos! Quem foi sabe que não é qualquer um que consegue!
Se preparem psicologicamente e fisicamente, pois o esforço é grande, mas a recompensa é melhor ainda!!!! Eu tenho desculpa, vocês não!
Aproveitando o post para divulgar a primeira tirinha do BOKA! Aguardem.....

